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Devocional do dia

Amigo invisível

“Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.” Salmos 91: 11

Gosto muito de uma música dos Arautos do Rei que eles cantavam há muito tempo, a letra dela diz assim: “Noite,... dia,... Anjos velam sobre mim Senhor. Cedinho ao levantar Anjos velam sobre mim, Senhor... Quando sombras vem a terra Anjos velam sobre mim...”

Os anjos são seres celestiais, eles são enviados para realizarem varias tarefas em nome de Deus, e uma dessas tarefas, é a de estarem nos protegendo. Gosto desse aspecto dos Anjos, porque como o texto acima de Salmos nos diz, eles nos guardam em todos os nossos caminhos. E é isso que eu quero estar falando um pouquinho nesta meditação. Para isso quero contar um evento que aconteceu comigo quando era criança.

Moro no Sul de Minas Gerais na Zona Rural e minha casa fica situada no meio de um morro com bastante cascalho (pedras), e no começo da subida tem uma curva acentuada. Eu tinha por volta de oito anos de idade e gostava muito de andar de bicicleta e isso era uns dos meus passatempos favoritos. E todo dia, descia correndo aquele morro com minha bicicleta, pelo meio da estrada. Certo dia, peguei minha bicicleta e ao entrar na estrada, ao invés de continuar pelo meio fui direto para o canto, parecia que algo me puxou para o canto da estrada. Não sei se isso já aconteceu com vocês, mas a minha bicicleta não me obedecia, parecia que ela tinha ganhado vida própria. Estava lá eu, tentando sair do canto da estrada e não conseguia. O problema de estar no canto, é que, por de ser estrada de terra as pedras de acumulam no canto, e onde eu estava era o local onde mais havia pedras, o que fica bem fácil de cair.

Parecia que algo não me deixava voltar para o meio da estrada, e continuei pelo canto estrada lutando para não cair. Foi então que ao chegar na curva encontrei com um carro que subia, e logo que o carro passou, eu consegui voltar para o meio da estrada, incrível né! Se eu estivesse descendo pelo meio da estrada como sempre fazia, talvez hoje, não estaria contando este testemunho par vocês.

Tenho absoluta certeza que foi um Anjo do Senhor que não permitiu eu voltar para o meio da estrada naquele momento, tenho certeza que o meu Anjo da Guarda me protegeu, segurando a bicicleta no canto, a assim que o perigo passou ele permitiu que eu voltasse para o meio da estrada. E esse episódio não aconteceu só uma vez, isso se repetiu ainda mais uma vez, e por incrível que pareça, os eventos aconteceram da mesma forma.

Os Anjos estão presentes ao nosso lado 24 horas por dia, não podemos vê-los, mas neste momento ele esta aí, juntinho de você, bem ao seu lado. Acredito que quando chegarmos ao céu iremos conhecer o nosso Anjo da guarda, ele nos contara as centenas de vezes que ele nos protegeu, o quanto esforço ele fez para nos aproximarmos mais de Deus e o tanto de trabalho que demos para ele, não é !!! rsrsr...

Que neste dia, você não se esqueça que tem um grande amigo ao seu lado, e ele está fazendo o possível para proteger a obra mais importante de Deus, Você.

Boa aula... .

Danilo Tavares de Lima

Graduando de Enfermagem

Devocional do dia

Licões de Ouro Preto – III - Nas mãos do Artista

M_os_de_artista_FranciscoNa cidade de Ouro Preto encontra-se a igreja que possui a maior quantidade de ouro já encontrada em uma única igreja no Brasil. Trata-se da Igreja Nossa Senhora do Pilar, na qual tudo, mesmo aquilo que o óleo coloriu mais tarde, é coberto de ouro. Ela exprime a exuberância barroca da opulência e riqueza da região das Minas no momento do seu maior esplendor. Somas vultosas foram empregadas na sua construção e ornamentação, que se concentrou entre os anos 1730-1755.
O artista responsável pela harmoniosa obra foi Francisco Xavier de Brito, entalhador e escultor português. Seu trabalho inaugurou o estilo joanino, característico da segunda fase do barroco, influenciando vários artistas da região, inclusive Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Conta-se que ao final de sua vida, em 1751, deixou inconclusa uma das peças principais do conjunto da Matriz de Pilar: o anjo que sustentava o altar lateral esquerdo. A irmandade dona da obra decidiu que a finalização dessa peça deveria ser dada ao escravo que durante quase toda vida havia trabalhado no ateliê de Xavier de Brito e conhecia profundamente seu estilo e técnicas. Foi-lhe proposto o direito a alforria, a plena liberdade, caso a concluísse idêntica e simetricamente compatível à do altar direito, que fora esculpida por Xavier de Brito.
Terminado o prazo, o escravo instalou no altar a peça, que lhe valeria a liberdade. Muitas pessoas, e várias autoridades, foram até o local para assistir a inauguração. Quando viram o resultado, porém, espantaram-se e indignados dirigiram-se para o escravo em busca de explicações. O anjo que Xavier de Brito fizera para o altar lateral direito, e que deveria ser o modelo para o escravo, apresentava traços da nobreza européia – lábios finos, musculatura delgada, pela macia e arredondada. Ao contrário disso, o que ele fizera apresentava lábios e nariz grossos, musculatura forte, pela grossa e marcada, e as costelas eram visíveis, evidenciando a desnutrição. A explicação do escravo foi direta. Segundo ele, quem havia construído a riqueza da cidade não foram os nobres, prefigurados pelos anjos de Xavier de Brito, mas sim os escravos. Eles mereciam ser lembrados naquela obra, para significar o seu valor na construção daquela sociedade. Disse ainda estar ciente de que não receberia a liberdade devido a sua atitude, mas que não poderia deixar de posicionar-se diante das injustiças feitas aos escravos.
Até hoje é possível ver a impressionante peça talhada pelo escravo. Ela foi mantida lá, para testemunho daquele que preferiu manter-se preso do que vender sua consciência.
Jesus olha para cada um de nós, como faz o entalhador, que visualiza, além dos troncos de madeira, lindas peças de arte. Ellen White diz que Ele nos olha além de nossa aparência, como “candidatos, em perspectiva, a súditos do Seu reino” (DTN, 255). Ele é o Artista-Mestre que através de Seu Espírito tira nossas imperfeições e nos torna cada dia mais semelhantes a Ele, pela graça que nos comunica. Fomos criados para ser obra-prima de Sua arte, como Paulo, que podia afirmar: “Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim. (Gálatas 2:20). Abra seu coração a Ele, medite em Sua Palavra e deixe que a presença dEle em sua vida lhe dê um caráter renovado.

Noel José Dias da Costa

Professor do Curso de Psicologia do Unasp-SP

Devocional do dia

quando_eu_morrerJÁ VAI TARDE!

Era ele (Jeorão) da idade de trinta e dois anos quando começou a reinar e reinou oito anos em Jerusalém. E se foi sem deixar de si saudades; sepultaram-no na cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis. – II Crônicas 21:20.

Não é nada agradável receber, em casa, alguém que não tem sido simpático para conosco. E, por um gesto de cortesia, pedimos que entre em nossa casa. Num contexto assim, é natural que os minutos se arrastem numa lentidão quase palpável e o clima adquire peso que só artefatos de precisão conseguem mensurar. E, quando tal pessoa recoloca os pés na calçada, exclamamos aliviados: Já vai tarde!

É sabido de todos, que em nosso velho e combalido mundo, existem aos milhares, pessoas intragáveis, intratáveis, descompostas, desintegradoras, nada amistosas. Enfim, pessoas que somente as suas iguais conseguem suportá-las. Elas conseguem tornar o ambiente que adentram azedo, putrefato e sufocante e, com isso,  afugentam as pessoas que, até então, desfrutavam de calma e harmonia.

A Bíblia registra a biografia de diversas pessoas que, infelizmente, são lembradas por defeitos, pendores, atributos nada recomendáveis. Jeorão se insere nesses casos. Filho de Josafá, rei que “andou no caminho de Asa, seu pai, e não se desviou dele, fazendo o que era reto perante o Senhor”. Ao contrário do pai, Jeorão “fez o que era mau perante o Senhor”.

Bom, para início de conversa, logo de cara, Jeorão matou todos os seus irmãos. Ele não queria correr o risco de ter o trono ameaçado por nenhum membro consangüíneo. E, em seu governo, diz a Bíblia, “fez desgarrar a Judá” para a idolatria. Mas a pesada mão da reprimenda divina o alcançou, e Jeorão foi acometido de uma enfermidade incurável, finalizando os seus dias em terrível agonia. Não mereceu nem ser sepultado entre os falecidos monarcas.

Ao contrário dos bons reis de Israel e de Judá, que ao morreram eram merecedores de demoradas manifestações de lamento, diz-se de Jeorão que “o seu povo não lhe queimou aromas, como se fez a seus pais”. Isto é, não houve a mínima consternação por sua morte.  Triste, não! Alguém que não era detestado pelo seu próprio povo.

O sábio Salomão disse certa feita: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás” – Eclesiastes 11:1. Somos instados e deixar uma boa impressão por onde quer que andarmos. Pois isso voltará para nós. Nos é dito que “curou Jesus a muitos de moléstias, e de flagelos, e de espíritos malignos, e deu vista a muitos cegos” – Lucas 7: 21. Na verdade, Jesus era a Pessoa mais aguardada pelos moradores das cidades e vilas da Palestina e, depois, Lhe era pedido que Se demorasse um pouco mais entre eles.

Que exemplo Jesus nos lega. Sejamos, pois, pessoas que fazem a diferença. Que temperam o ambiente com alegria e paz. Para que ninguém venha a dizer de cada um de nós: E se foi sem deixar de si saudades!

José Nilton de Lima

Professor de Ensino Religioso do Unasp

Devocional do dia

O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra do mal” - Salmos 34:7.

FIREWALL

FirewallSegundo o famoso psicólogo americano Abram Maslow uma das necessidades mais básicas do ser humano é pela segurança. Entendemos segurança como o sentimento de confiança de que nossos bens não serão tomados por ninguém. Com o desenvolvimento das novas tecnologias de informação e disseminação de computadores cada vez mais potentes e com capacidade de amarzenamento virtual cada vez maior de muitos dos nossos “preciosos bens”, temos que nos preocupar, no mundo virtual, com a segurança desses bens, assim como no mundo real uma de nossas grandes preocupações é por nossa segurança.

Devocional do dia

daniel-entre-os-leoes

Daniel, contudo, decidiu não se tornar impuro com a comida e com o vinho do rei, e pediu ao chefe dos oficiais permissão para abster deles. E Deus fez com que o homem fosse bondoso para com Daniel...”. Daniel: 1: 8-9- NVI

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Missão

"Educar no contexto dos valores bíblico-cristãos para o viver pleno e a excelência no servir".

Visão

"Ser um Centro Universitário reconhecido através da excelência dos serviços prestados, seus elevados padrões éticos e da qualidade pessoal e profissional de seus egressos".

Lema

"Educar e servir".